16 de outubro de 2009

Não te amo tanto como amarei

Diga o que tens a declarar a mim, ou cale-se e finja me enganar com suas frias palavras de não amar-me, sinto que me amas e tens medo de ser verdade tal afirmação, tens medo de ser algo tão intenso que não conseguirás  fingir mais tão grande frieza ao tocar-me, beijar-me ou sentir-me em sua presença...


[Joao Pedro Neves de Almeida]

2 comentários:

Renato disse...

Adoro sentar e beber de suas palavras.

Parabéns pelo texto.

Renato.

http://renatoamantino.blogspot.com

Juuh!aum disse...

Embreague-se de minhas palvras e eu serei agredecido pelas emoçoes que me alimentam =D